O problema da educação no Brasil A formação do Brasil implica necessariamente na estruturação de nosso modelo de ensino porque desde os primeiros anos de nossa descoberta sofremos da falta de estrutura e investimento nessa área. Contudo, além do componente histórico que parece ser de comum aceitação, aparece o problema do modelo pedagógico adotado. Neste aspecto ocorre uma polarização e até uma divisão tripla se quisermos englobar a escola técnica (anos 70). Ou seja, as posturas mais adotadas em nosso país são justamente a pedagogia tradicional (método fonético) e a escola nova (construtivismo). Segundo XAVIER de um lado está a escola tradicional, aquela que dirige que modela, que é ‘comprometida’; de outro está a escola nova, a verdadeira escola, a que não dirige, mas abre ao humano todas as suas possibilidades de ser. É portanto, ‘descompromissada’. É o produzir contra o deixar ser; é a escola escravisadora contra a escola libertadora; é o compromisso dos tradicionais que deve ceder lugar à neutralidade dos jovens educadores esclarecidos (XAVIER, 1992: 13). Aparentemente temos a impressão de que o grande problema de nossa deficiência educacional se resume a o problema da rigidez do modelo tradicional de ensino, mas ao aprofundarmos nossa investigação constáramos que a péssima qualidade de ensino presente nas escolas do Brasil acontece devido, em parte tanto a falta de estrutura educacional adequada como pela desestruturação das poucas bases presentes na pedagogia tradicional, causada pela critica dos escolanovistas, que acreditavam piamente que puramente pela crítica se atingiria uma melhoria no aprendizado. No entender de SAVIANI a escola tradicional procurava ensinar e transmitia conhecimento, a escola nova estava preocupada em apenas considerara o aprender a aprender. E posteriormente a escola técnica detinha-se em simplesmente considerar necessário o ensino da técnica. Até o inicio do século XX a educação no Brasil esteve praticamente abandonada, no entender de ROMANELLI a economia colonial brasileira fundada na grande propriedade e não na mão-de-obra escrava teve implicações de ordem social e política bastante profundas. Ela favorece o aparecimento da unidade básica do sistema de produção, de vida social e do sistema de poder representado pela família patriarcal (ROMANELLI, 2001: 33). Assim, a educação no Brasil caminhou por veredas tortuosas desde o inicio, reservada a uma elite dominante e totalmente exploradora, sempre esteve voltada a estratificação e dominação social. Esteve arragaida por diversos séculos em nossa sociedade a concepção de dominação cultural de uma parte minúscula da mesma , configurado-se na idéia básica de que o ensino era apenas para alguns, e por isso os demais não precisariam aprender. As oligarquias do período colonial e monárquico estavam profundamente fundamentadas na dominação via controle do saber. Outros dois fatores importantes foram o isolamento e a estratificação sociais, basicamente dual, aliada à necessidade de manutenção de um esquema de segurança (ROMANELLI, 2001: 33) configurando-se como fundamento a propriedade das terras. Caracterizou-se nesse período colonial, bem como no monárquico, um modelo de importação de pensamento, principalmente da Europa e consequentemente a matriz de aprendizagem escolar fora introduzida no mesmo momento. Nas palavras de ROMANELLI, foi a família patriarcal que favoreceu, pela natural receptividade, a importação de formas de pensamento e idéias dominantes na cultura medieval européia, feita através da obra dos Jesuítas”(ROMANELLI, 2001: 33). Assim, a classe dominante tinha ser detentora dos meios de conhecimento e de ensino. Isso implicou no modelo aristocrático de vida presente em nossa sociedade colonial e posteriormente na corte de D. Pedro. Existiram dois fatores fundamentais na formação do modelo educacional brasileiro, ou seja, “a organização social (...) e o conteúdo cultural que foi transportado para a colônia, através da formação dos padres da companhia de Jesus” ( ROMANELLI, 2001: 33). No primeiro fator aparece com mais intensidade a predominância de uma minoria de donos de terra e senhores de engenho sobre uma massa de agregados e escravos. Apenas àqueles cabia o direito à educação e, mesmo assim, em número restrito, porquanto deveriam estar excluídos dessa minoria as mulheres e os filho primogênitos (ROMANELLI, 2001: 33). Limitava-se o ensino a uma determinada classe da população, ou seja, apenas a classe dominante. Surge claramente um dos fundamentos da baixa escolaridade de nossa população e da falta de recursos para a eliminação das diferenças entre as classes. A segunda contribuição para a formação de nosso sistema educacional deficitário é justamente o conteúdo do ensino dos Jesuíta, “caracterizado sobretudo por uma enérgica reação contra o pensamento critico” (ROMANELLI, 2001: 34), contudo, a maneira como os Jesuítas cultivavam as letras permitiu algum alvorecer em nossa literatura. O conflito entre as diferentes posturas de ensino A relação entre escola e democracia depende de diferentes aspectos presentes na sociedade. Contudo, parece que o problema aparece realmente nas teorias de educação. Isso se expressa pelo elevado índice de analfabetismo funcional, configurando uma marginalidade desses indivíduos analfabetos. Deste modo, surgem duas concepções dominantes, ou seja, “temos aquelas teorias que entendem ser a educação um instrumento de qualificação social, portanto, de superação da marginalidade” (SAVIANI, 2003: 03), estas estariam enquadradas no primeiro grupo, e se chamariam não críticas. Por outro lado, “no segundo grupo, estão as teorias que entendem ser a educação um instrumento de discriminação social, logo, um fator de marginalização” (SAVIANI, 2003: 04). Deste modo, podemos constatar que ambos os grupos explicam a questão da marginalidade a partir de uma determinada concepção da relação entre educação e sociedade. Assim, ambos os grupos destoam partindo de um mesmo referencial, com isso, para os não-críticos (primeiro grupo) A sociedade é concebida como essencialmente harmoniosa, tendendo a integração de seus membros. A marginalidade é, pois, um fenômeno acidental que afeta individualmente um número maior ou menor de seus membros, o que, no entanto, constitui um desvio, uma distorção que não pode como deve ser corrigida (SAVIANI, 2003: 04). A superação dessa distorção far-se-ia por intermédio da educação. Tendo por função “reforçar os laços sociais, promover a coesão e garantir a integração de todos os indivíduos no corpo social” (SAVIANI, 2003: 04), permitindo a superação da marginalidade. Por outro lado, os que defendem uma postura critica entendem que a sociedade como sendo essencialmente marcada pela divisão entre grupos ou classes antagônicas que se relacionam à base da força, a qual se manifesta fundamentalmente nas condições de produção da vida material. Nesse quadro a marginalidade é entendida como um fenômeno inerente à própria estrutura da sociedade (SAVIANI, 2003: 04). Assim, a educação assume um papel de produtora da marginalização, porque produz a marginalidade cultural e de maneira especifica a escolar. No entender de SAVIANI existem três modalidades diferentes de configurar os modelos educacionais expressos pelas duas teorias expressas anteriormente, isto é, a tradicional, fundada na relação ensino aprendizagem e na relação professor aluno; a escola nova, que entende como fundamental a necessidade de aprender a aprender e na função de acompanhar o desenvolvimento individual do estudante por parte do professor; e por último aparece a concepção técnica que se funda no fazer e elimina totalmente a relação professor aluno. Segundo SAVIANI a concepção critica não apresenta nenhuma proposta para substituir a pedagogia tradicional e por isso não permite ser pensada como uma solução do problema da relação entre escola e marginalidade social. Ao apresentar uma solução possível para a questão SAVIANI aponta para a definição de prioridades políticas fundadas no principio aristotelico de animal político, tudo englobaria o ato de educar. Assim, a educação sempre possui uma dimensão política tenhamos ou não consciência disso, portanto assume-se um caráter educativo e político para a educação e este só cumpre seu papel quando permite a formação integral do indivíduo. Mas o desafio permanece, como podemos falar em educação global se vivemos em uma sociedade fragmentada, imbuída de diferentes conceitos de razão, educação, ética, política, marginalidade, sociedade e cultura? No entender de SAVIANA existem onze teses acerca da educação que precisam ser consideradas como fundamentais no engajamento político. Isto é , o agir educativo sempre cumpre um papel fundamental na estruturação da sociedade. O modelo tortuoso e desorganizado de nosso sistema educacional gera aberrações como as que vemos nas instituições de ensino público superior. Ou seja, os que deveriam ter acesso a escola pública superior não conseguem e os que podem pagar adentram as portas das universidades públicas. A teoria da complexidade e a educação contemporânea Segundo MORIN a sociedade contemporânea possui elementos diversificados e complexos, isto significa que o ensino precisa estar atento a complexidade da vida contemporânea. Desta forma, a incorporação dos sete saberes como fundamentos para desenvolver o homem moderno. Dentro deste cenário a sociedade se preocupa cada vez mais com a realidade escolar e com a formação dos indivíduos, sobretudo precisa-se de criatividade para mudar a realidade brasileira. Contudo, “O conhecimento disciplinar, e conseqüentemente a educação, têm priorizado a defesa de saberes concluídos, inibindo a criação de novos saberes e determinando um comportamento social a eles subordinado” (AMROSIO: 2007). Por isso a interdisciplinaridade entre os diferentes saberes seria essencial para resolver esse problema . MORIN entende que o conhecimento na complexidade é a viagem em busca de um modo de pensamento capaz de respeitar a multidimensionalidade, a riqueza, o mistério do real; e de saber que as determinações – cerebral, cultural, social, histórica – que impõem a todo o pensamento, co-determinam sempre o objecto de conhecimento. É isto que eu designo por pensamento complexo. (MORIN 1980: 14). Trata-se de um pensamento desprovido de certezas e verdades científicas, que considera a diversidade e a incompatibilidade de idéias, crenças e percepções, integrando-as à sua complementaridade. “A consciência nunca tem a certeza de transpor a ambigüidade e a incerteza” (MORIN, 1973: 134). Morin refere-se ao princípio da incerteza tal como formulado por Werner Heisenberg, físico, um dos precursores da mecânica quântica. Esse princípio baseia-se na falibilidade lógica, no surgimento da contradição presente na realidade física e na indeterminabilidade da verdade científica. Assim, o conceito de lógica tradicional fundado em Aristóteles não pode mais responder aos anseios da sociedade moderna, a lógica da complexidade assume novas probabilidades e possibilidades. Com efeito, promover, pois, a qualidade ética em educação, componente indispensável da qualidade total, e reformular o modo de se relacionar de todos os atores na escola, educadores e educandos, de acordo com as diferentes características do agir humano radicado na liberdade e voltado para o bem” (CATAO, 2005: 318). Portanto, a complexidade como teoria de ação precisa levar em conta a ética na conduta pratica do profissional da educação. Traductor de idiomas
viernes 6 de noviembre de 2009
O problema da educação no Brasil A formação do Brasil implica necessariamente na estruturação de nosso modelo de ensino porque desde os primeiros anos de nossa descoberta sofremos da falta de estrutura e investimento nessa área. Contudo, além do componente histórico que parece ser de comum aceitação, aparece o problema do modelo pedagógico adotado. Neste aspecto ocorre uma polarização e até uma divisão tripla se quisermos englobar a escola técnica (anos 70). Ou seja, as posturas mais adotadas em nosso país são justamente a pedagogia tradicional (método fonético) e a escola nova (construtivismo). Segundo XAVIER de um lado está a escola tradicional, aquela que dirige que modela, que é ‘comprometida’; de outro está a escola nova, a verdadeira escola, a que não dirige, mas abre ao humano todas as suas possibilidades de ser. É portanto, ‘descompromissada’. É o produzir contra o deixar ser; é a escola escravisadora contra a escola libertadora; é o compromisso dos tradicionais que deve ceder lugar à neutralidade dos jovens educadores esclarecidos (XAVIER, 1992: 13). Aparentemente temos a impressão de que o grande problema de nossa deficiência educacional se resume a o problema da rigidez do modelo tradicional de ensino, mas ao aprofundarmos nossa investigação constáramos que a péssima qualidade de ensino presente nas escolas do Brasil acontece devido, em parte tanto a falta de estrutura educacional adequada como pela desestruturação das poucas bases presentes na pedagogia tradicional, causada pela critica dos escolanovistas, que acreditavam piamente que puramente pela crítica se atingiria uma melhoria no aprendizado. No entender de SAVIANI a escola tradicional procurava ensinar e transmitia conhecimento, a escola nova estava preocupada em apenas considerara o aprender a aprender. E posteriormente a escola técnica detinha-se em simplesmente considerar necessário o ensino da técnica. Até o inicio do século XX a educação no Brasil esteve praticamente abandonada, no entender de ROMANELLI a economia colonial brasileira fundada na grande propriedade e não na mão-de-obra escrava teve implicações de ordem social e política bastante profundas. Ela favorece o aparecimento da unidade básica do sistema de produção, de vida social e do sistema de poder representado pela família patriarcal (ROMANELLI, 2001: 33). Assim, a educação no Brasil caminhou por veredas tortuosas desde o inicio, reservada a uma elite dominante e totalmente exploradora, sempre esteve voltada a estratificação e dominação social. Esteve arragaida por diversos séculos em nossa sociedade a concepção de dominação cultural de uma parte minúscula da mesma , configurado-se na idéia básica de que o ensino era apenas para alguns, e por isso os demais não precisariam aprender. As oligarquias do período colonial e monárquico estavam profundamente fundamentadas na dominação via controle do saber. Outros dois fatores importantes foram o isolamento e a estratificação sociais, basicamente dual, aliada à necessidade de manutenção de um esquema de segurança (ROMANELLI, 2001: 33) configurando-se como fundamento a propriedade das terras. Caracterizou-se nesse período colonial, bem como no monárquico, um modelo de importação de pensamento, principalmente da Europa e consequentemente a matriz de aprendizagem escolar fora introduzida no mesmo momento. Nas palavras de ROMANELLI, foi a família patriarcal que favoreceu, pela natural receptividade, a importação de formas de pensamento e idéias dominantes na cultura medieval européia, feita através da obra dos Jesuítas”(ROMANELLI, 2001: 33). Assim, a classe dominante tinha ser detentora dos meios de conhecimento e de ensino. Isso implicou no modelo aristocrático de vida presente em nossa sociedade colonial e posteriormente na corte de D. Pedro. Existiram dois fatores fundamentais na formação do modelo educacional brasileiro, ou seja, “a organização social (...) e o conteúdo cultural que foi transportado para a colônia, através da formação dos padres da companhia de Jesus” ( ROMANELLI, 2001: 33). No primeiro fator aparece com mais intensidade a predominância de uma minoria de donos de terra e senhores de engenho sobre uma massa de agregados e escravos. Apenas àqueles cabia o direito à educação e, mesmo assim, em número restrito, porquanto deveriam estar excluídos dessa minoria as mulheres e os filho primogênitos (ROMANELLI, 2001: 33). Limitava-se o ensino a uma determinada classe da população, ou seja, apenas a classe dominante. Surge claramente um dos fundamentos da baixa escolaridade de nossa população e da falta de recursos para a eliminação das diferenças entre as classes. A segunda contribuição para a formação de nosso sistema educacional deficitário é justamente o conteúdo do ensino dos Jesuíta, “caracterizado sobretudo por uma enérgica reação contra o pensamento critico” (ROMANELLI, 2001: 34), contudo, a maneira como os Jesuítas cultivavam as letras permitiu algum alvorecer em nossa literatura. O conflito entre as diferentes posturas de ensino A relação entre escola e democracia depende de diferentes aspectos presentes na sociedade. Contudo, parece que o problema aparece realmente nas teorias de educação. Isso se expressa pelo elevado índice de analfabetismo funcional, configurando uma marginalidade desses indivíduos analfabetos. Deste modo, surgem duas concepções dominantes, ou seja, “temos aquelas teorias que entendem ser a educação um instrumento de qualificação social, portanto, de superação da marginalidade” (SAVIANI, 2003: 03), estas estariam enquadradas no primeiro grupo, e se chamariam não críticas. Por outro lado, “no segundo grupo, estão as teorias que entendem ser a educação um instrumento de discriminação social, logo, um fator de marginalização” (SAVIANI, 2003: 04). Deste modo, podemos constatar que ambos os grupos explicam a questão da marginalidade a partir de uma determinada concepção da relação entre educação e sociedade. Assim, ambos os grupos destoam partindo de um mesmo referencial, com isso, para os não-críticos (primeiro grupo) A sociedade é concebida como essencialmente harmoniosa, tendendo a integração de seus membros. A marginalidade é, pois, um fenômeno acidental que afeta individualmente um número maior ou menor de seus membros, o que, no entanto, constitui um desvio, uma distorção que não pode como deve ser corrigida (SAVIANI, 2003: 04). A superação dessa distorção far-se-ia por intermédio da educação. Tendo por função “reforçar os laços sociais, promover a coesão e garantir a integração de todos os indivíduos no corpo social” (SAVIANI, 2003: 04), permitindo a superação da marginalidade. Por outro lado, os que defendem uma postura critica entendem que a sociedade como sendo essencialmente marcada pela divisão entre grupos ou classes antagônicas que se relacionam à base da força, a qual se manifesta fundamentalmente nas condições de produção da vida material. Nesse quadro a marginalidade é entendida como um fenômeno inerente à própria estrutura da sociedade (SAVIANI, 2003: 04). Assim, a educação assume um papel de produtora da marginalização, porque produz a marginalidade cultural e de maneira especifica a escolar. No entender de SAVIANI existem três modalidades diferentes de configurar os modelos educacionais expressos pelas duas teorias expressas anteriormente, isto é, a tradicional, fundada na relação ensino aprendizagem e na relação professor aluno; a escola nova, que entende como fundamental a necessidade de aprender a aprender e na função de acompanhar o desenvolvimento individual do estudante por parte do professor; e por último aparece a concepção técnica que se funda no fazer e elimina totalmente a relação professor aluno. Segundo SAVIANI a concepção critica não apresenta nenhuma proposta para substituir a pedagogia tradicional e por isso não permite ser pensada como uma solução do problema da relação entre escola e marginalidade social. Ao apresentar uma solução possível para a questão SAVIANI aponta para a definição de prioridades políticas fundadas no principio aristotelico de animal político, tudo englobaria o ato de educar. Assim, a educação sempre possui uma dimensão política tenhamos ou não consciência disso, portanto assume-se um caráter educativo e político para a educação e este só cumpre seu papel quando permite a formação integral do indivíduo. Mas o desafio permanece, como podemos falar em educação global se vivemos em uma sociedade fragmentada, imbuída de diferentes conceitos de razão, educação, ética, política, marginalidade, sociedade e cultura? No entender de SAVIANA existem onze teses acerca da educação que precisam ser consideradas como fundamentais no engajamento político. Isto é , o agir educativo sempre cumpre um papel fundamental na estruturação da sociedade. O modelo tortuoso e desorganizado de nosso sistema educacional gera aberrações como as que vemos nas instituições de ensino público superior. Ou seja, os que deveriam ter acesso a escola pública superior não conseguem e os que podem pagar adentram as portas das universidades públicas. A teoria da complexidade e a educação contemporânea Segundo MORIN a sociedade contemporânea possui elementos diversificados e complexos, isto significa que o ensino precisa estar atento a complexidade da vida contemporânea. Desta forma, a incorporação dos sete saberes como fundamentos para desenvolver o homem moderno. Dentro deste cenário a sociedade se preocupa cada vez mais com a realidade escolar e com a formação dos indivíduos, sobretudo precisa-se de criatividade para mudar a realidade brasileira. Contudo, “O conhecimento disciplinar, e conseqüentemente a educação, têm priorizado a defesa de saberes concluídos, inibindo a criação de novos saberes e determinando um comportamento social a eles subordinado” (AMROSIO: 2007). Por isso a interdisciplinaridade entre os diferentes saberes seria essencial para resolver esse problema . MORIN entende que o conhecimento na complexidade é a viagem em busca de um modo de pensamento capaz de respeitar a multidimensionalidade, a riqueza, o mistério do real; e de saber que as determinações – cerebral, cultural, social, histórica – que impõem a todo o pensamento, co-determinam sempre o objecto de conhecimento. É isto que eu designo por pensamento complexo. (MORIN 1980: 14). Trata-se de um pensamento desprovido de certezas e verdades científicas, que considera a diversidade e a incompatibilidade de idéias, crenças e percepções, integrando-as à sua complementaridade. “A consciência nunca tem a certeza de transpor a ambigüidade e a incerteza” (MORIN, 1973: 134). Morin refere-se ao princípio da incerteza tal como formulado por Werner Heisenberg, físico, um dos precursores da mecânica quântica. Esse princípio baseia-se na falibilidade lógica, no surgimento da contradição presente na realidade física e na indeterminabilidade da verdade científica. Assim, o conceito de lógica tradicional fundado em Aristóteles não pode mais responder aos anseios da sociedade moderna, a lógica da complexidade assume novas probabilidades e possibilidades. Com efeito, promover, pois, a qualidade ética em educação, componente indispensável da qualidade total, e reformular o modo de se relacionar de todos os atores na escola, educadores e educandos, de acordo com as diferentes características do agir humano radicado na liberdade e voltado para o bem” (CATAO, 2005: 318). Portanto, a complexidade como teoria de ação precisa levar em conta a ética na conduta pratica do profissional da educação. martes 25 de agosto de 2009
sábado 9 de mayo de 2009
sábado 21 de marzo de 2009
martes 27 de enero de 2009
jueves 10 de julio de 2008
Banda brasileña de Rock.
lunes 7 de julio de 2008
viernes 4 de julio de 2008
Rock en Brasil
jueves 3 de julio de 2008
Goiânia - Goiás - Brasil.
Goiânia - nueva ciudad, la mitad del río Meia Ponte, un afluente de la margen derecha del río Paranaíba, construido para ser la capital del estado, con moderno diseño, está señalando entre las siete ciudades brasileñas con mejor calidad de vida. El relieve de la ciudad, muy plana, permite el libre crecimiento. Presenta una muy arbolada zona urbana, una red completa de hoteles y clubes. A continuación la Capital Federal y casi equidistante de todos los demás estados brasileños, es uno de los mejores sistemas de transporte público en el país, y uno de los mayores vertederos en Brasil. Es la referencia nacional para las especialidades médicas como la oftalmología, neurología, tratamiento de quemaduras e incluso en las áreas de ingeniería y planificación. Alberga uno de los mejores estadios de fútbol en el país, el Serra Dourada. Su nombre fue escogido a través de una lotería promovidos por el semanario El Social. Historia de la Ciudad tiene previsto ser la capital del Estado de Goiás, pertenecía a la extinta ciudad de Campinas, donde las granjas se encontraban en Creméia, Vaca Brava y Botafogo. Fue fundada el 24 de octubre de 1933, por Pedro Ludovico Teixeira. Tuvo su crecimiento con la creación de Brasilia y es uno de los pocos capital brasileña que este crecimiento no perjudicar la calidad de vida de sus habitantes. Se considera una ciudad de gran calidad de vida, con 32 metros de área verde por habitante. La Plaza Cívica, donde se encuentran los principales edificios de la Administración del Estado, con salida en diagonal calles y avenidas de ésta, la parte sur, por las vías circulares y es la zona residencial. En el norte, donde son el sector industrial y la estación de ferrocarril, la ruta es recta. Para el norte es el sector industrial, con un trazado más convencional.Em 1987, Goiania fue el escenario del peor accidente radiactivo ocurrido en Occidente, la propagación de cloruro de cesio, que contaminó un total de 240 personas. Se creó, entonces, la Fundación Leide das Neves, el nombre de las víctimas mortales, para asistir a la contaminación.
martes 1 de julio de 2008
Anabolizantes y Salud
1º Grupo:
Testosterona y Derivados: Algunos Ejemplos: Propionato, Suspensión, Sustanon 100, Sustanon 250, Omnadren, Sten, Test 400, Testovirón, Cipionato, Undecanoato, Enantato, Undecilenato de Boldenona (veterinario), Metiltestosterona, Metandrostenolona
2º Grupo:
Dihidrotestosterona y Derivados: Algunos Ejemplos: Drostanolona, Oximetolona, Estanozolol, Metenolona, Oxandrolona, Etilestrenol, Testolactona, Dromostenolona
3º Grupo:
Otros Efectos Adversos: Disfunciones Hepáticas, Alteraciones en los niveles de colesterol, Disminución de las inmunoglobulinas.
Los anabolizantes androgénicos esteroideos, aunque no son sustancias estupefacientes ni psicotrópicas, son consumidas en muchos casos con un patrón de abuso en muchos deportes, por lo que el consumo de anabolizantes esteroides con fines recreativos, estéticos o competitivos, es considerado por muchos psiquiatras como una drogodependencia, que produce a corto y largo plazo problemas de salud, físicos y también en algunos casos mentales, del tipo de las psicosis.
Los esteroides anabólicos son sustancias sintéticas relacionadas a las hormonas sexuales masculinas (andrógenos). Provocan el crecimiento del músculo esquelético (efectos anabólicos), el desarrollo de características sexuales masculinas (efectos androgénicos) y también tienen algunos otros efectos. Se utilizará el término "esteroide anabólico" en este informe debido a su familiaridad, aunque el término correcto de estos compuestos es esteroides "anabólico-androgénicos".
Los esteroides anabólicos fueron desarrollados a finales de la década de 1930 primordialmente para tratar al hipogonadismo, una condición en la que los testículos no producen suficiente testosterona para un crecimiento, desarrollo, y funcionamiento sexual normales. Los usos médicos primordiales de estos compuestos son para tratar la pubertad tardía, algunos tipos de impotencia, y el desgaste corporal causado por la infección del SIDA y otras enfermedades.
Durante dicha década, los científicos descubrieron que los esteroides anabólicos podrían facilitar el crecimiento del músculo esquelético en los animales de laboratorio, lo que llevó al uso de estos compuestos primero por los fisicoculturistas y los levantadores de pesas y después por atletas en otros deportes. El abuso de los esteroides se ha difundido a tal extremo en el atletismo que afecta el resultado de las competencias deportivas.
Se han desarrollado más de 100 diferentes esteroides anabólicos, pero se requiere una prescripción médica para poder utilizarlos legalmente en los Estados Unidos. La mayoría de los esteroides utilizados ilegalmente provienen de contrabando de otros países, son sacados ilegalmente de las farmacias estadounidenses, o son sintetizados en laboratorios clandestinos.
reguladora:Algunos regulan los niveles de sal y la secreción de bilis
Estructural: el colesterol es un esteroide que forma la estructura de las membranas de las células junto con los fosfolípidos. Además, a partir del colesterol se sintetizan los demás esteroides.
Hormonal: las hormonas esteroides son:
Corticoides: glucocorticoides y mineralocorticoides. Existen múltiples fármacos con actividad corticoide, como la prednisona.
Hormonas sexuales masculinas: son los andrógenos como la testosterona y sus derivados, los anabolizantes androgénicos esteroides; estos últimos llamados simplemente esteroides.
Hormonas sexuales femeninas.
Vitamina D y sus derivados.
Las hormonas esteroides tienen en común que:
Se sintetizan a partir del colesterol.
Son hormonas lipófilas que atraviesan libremente la membrana plasmática, se unen a un receptor citoplasmático, y este complejo receptor-hormona tiene su lugar de acción en el ADN del núcleo celular, activando genes o modulando la transcripción del ADN.
Entre los esteroides se pueden destacar los esteroles.
¿POR QUÉ FUMAMOS?
Además, los hombres destacaron el alcohol como un estímulo del deseo de fumar, mientras que el 75,8 por ciento de las mujeres encuestadas consideró que la adicción al tabaco desencadena también su deseo de fumar. Estas últimas se mostraron también más dispuestas a recibir ayuda para la deshabituación --un 81,8 por ciento frente al 65,7 por ciento de los varones--; y el 84,8 por ciento admitiría ayuda del personal sanitario para dejar de fumar.
La encuesta, que tenía como objetivo de estudiar las causas que despiertan el mayor deseo de fumar y conocer el perfil de fumadores según el sexo para así poder ayudar a la deshabituación tabáquica, mostró que existen grandes diferencias en los motivos por los que creen que fuman mujeres y hombres.
Asimismo, la consulta, llevada a cabo por el Centro de Atención Especializada Dr. Barraquer de Sant Adrià del Besós (Barcelona), indagó sobre el deseo de abandonar el hábito y si el fumador aceptaría ayuda en la deshabituación, teniendo en cuenta aspectos de autoimagen, actividad bucomanual, actitud indulgente, estado de estrés-ansiedad, búsqueda de estimulación o conducta adictiva.
En general ambos sexos coinciden, según señaló la enfermera de la Unidad de Deshabituación Tabáquica del centro Dr. Barraquer, Ramona Hervás, en que el motivo el motivo de iniciación al hábito, adquirido en la adolescencia, fue querer proyectar una imagen de madurez.
Por otra parte, el estudio muestra que "los fumadores no tienen conciencia de padecer una enfermedad crónica", por este motivo, según explicó Hervás, es inusual que se presenten personas jóvenes y adolescentes, ya que "todavía no sienten los efectos nocivos del consumo del tabaco".
En cuanto los principales temores de los fumadores y sus motivos para continuar fumando, aunque ambos sexos destacaron principalmente el síndrome de abstinencia, las mujeres también mencionaron su preocupación por el aumento de peso. En este sentido, la experta insistió en la necesidad de "sensibilizar a la población sobre los perjuicios del tabaco desde el personal sanitario a los pacientes".
sábado 31 de mayo de 2008
Mundo feminino no Esporte.
Mulheres que entendem de futebol.
Em pesquisa realizada sobre o lazer, demonstram que a cada dia as mulheres interessam mais por assistir a um jogo de futebol, e também por buscar meios de interagir disfrutando com os amigos.



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